As lições do Super Bowl 2017 para sua gestão marcar um touchdown – Faculdade Victor Hugo
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As lições do Super Bowl 2017 para sua gestão marcar um touchdown

Que o Super Bowl 2017 foi a última edição de um dos maiores eventos esportivos de todo o mundo, você provavelmente já sabe.

Mesmo que não dê muita bola (oval) para futebol americano, sabe que é praticamente impossível ficar indiferente à grande final da NFL.

Até porque os números são nada menos do que extraordinários. Para mencionarmos apenas dois: a média de audiência, só nos EUA, é de 144,5 milhões de telespectadores (para se ter uma ideia, a abertura das Olimpíadas no Rio foi acompanhada por 26,5 milhões de pessoas no país). E a inserção de um comercial de 30” no intervalo do Super Bowl 2017, disputado entre New England Patriots e Atlanta Falcons, custou 5 milhões de dólares (ou 166 mil por segundo).

Certo, você pode até não ser fã do esporte. Mas há de concordar que, em termos de gestão esportiva, o Super Bowl é um dos cases mais espetaculares que existem. E em vários aspectos: planejamento, comercialização, construção de marca, adoção de tecnologia, e por aí vai. Você vai ver que são muitas as lições que podem inspirar a sua administração.

E lá se vão 50 anos da primeira final

Antes, vale conhecermos um pouco mais da história do evento. O Super Bowl foi criado na década de 1960, quando as então duas principais ligas de futebol americano dos Estados Unidos – a National Football League (NFL) e a American Football League (AFL) – uniram forças para colocar seus respectivos vencedores na disputa pelo título de campeão nacional.A primeira edição foi realizada em 15 de janeiro de 1967, no Memorial Coliseum de Los Angeles. Na ocasião, o Green Bay Packers venceu o Kansas City Chiefs por 35 a 10. O GBP, aliás, se consagrou bicampeão no ano seguinte, quando marcou 33 a 14 no Oakland Raiders. Como uma homenagem póstuma ao técnico dos Packers, Vince Lombardi, que morreu em 1970, o troféu do Super Bowl recebeu esse nome.

Daí em diante, a grande final caminhou a passos largos para se tornar, de acordo com esta matéria do B9, um dos eventos esportivos mais populares do planeta – e a transmissão televisiva mais assistida dos EUA, batendo com folga a cerimônia do Oscar.

Primeira lição: planejamento com (muita) antecedência

Nem vamos nos deter na virada espetacular do New England Patriots – que superou expectativas e encantou milhões de fãs pelo mundo – nem aos ensinamentos que os líderes em campo e fora dele podem nos dar. Há ótimos resumos sobre como aconteceu a partida, como este, da Forbes.A ideia, aqui, é compartilhar com você aprendizados pontuais desse evento monumental. Como o planejamento, por exemplo. Para você ter uma ideia, o próximo Super Bowl está programado para ser realizado em 4 de fevereiro de 2018, em Minneapolis. Sabe quando essa escolha aconteceu? Em uma reunião em Atlanta, em 20 de maio de 2014.

Ou seja, o planejamento do evento começa a acontecer com muita antecedência, para que tudo saia exatamente de acordo com o previsto. E também para que a cidade possa se preparar – porque, acredite, a lista de exigências da NFL para as sedes das partidas é longa e caríssima. Você pode conhecer essa lista nesta matéria do jornal Star Tribune.

Segunda lição: execução do planejamento

Todo esse planejamento tem um porquê: a execução deve ser milimetricamente organizada. Do pré-jogo à comemoração da equipe vencedora, tudo acontece na mais rigorosa ordem. E olha que, no intervalo, há shows dos maiores artistas da atualidade (o Super Bowl 2017, por exemplo, teve Lady Gaga).

Este vídeo dá uma ideia de como funciona a organização, do ponto de vista da logística apenas para a montagem do palco:

Ou seja, a segunda lição deixada pelo Super Bowl 2017 é: realizado o planejamento, execute-o à risca, para que tudo saia exatamente de acordo com o previsto. Procure monitorar todos os processos para que nada saia dos trilhos.

No universo da gestão, essa necessidade de sincronia entre áreas e transparência sobre o que todos estão fazendo é fundamental para o sucesso.

Terceira lição: construção de marca

Os números do Super Bowl 2017 nas redes sociais também impressionam: de acordo com esta matéria do portal Marketing Esportivo, no Facebook, um total de 64 milhões de pessoas foram responsáveis por gerar 240 milhões de interações. Enquanto que, no Instagram 44 milhões de pessoas geraram 150 milhões de interações relacionadas a partida. Em relação aos vídeos, o Facebook registrou 262 milhões de visualizações em conteúdos relacionados ao Super Bowl em sua plataforma.Tudo isso se deve a um extenso e profundo trabalho de construção de marca. De acordo com esta outra matéria do B9, o Super Bowl conta com um apelo de massa inestimável, capaz de fazer brilhar os olhos de qualquer comunicólogo.

Um que se tornou o desejo de qualquer produtora, distribuidora e/ou marca. Mais de 2/3 de todos os americanos se dizem fãs de futebol americano, e metade dessa porcentagem se considera fanática pelo esporte. Em média, esses torcedores dedicam mais de 9 horas por semana com a NFL. Poucos tratam a competição com casualidade. Por trás disso está a força da marca NFL – que, apesar de escândalos recentes envolvendo estrelas, segue imbatível na percepção dos espectadores.

Quarta lição: adoção de tecnologia

A última lição diz respeito ao uso da tecnologia por parte da NFL e de todos interessados na comercialização dos jogos. A começar pela própria transmissão do evento: no Super Bowl 2017, a FOX Sports se uniu à Intel para trazer o novo Player’s-Eye View para o evento.

O que significou que, na grande final, os milhões de espectadores tiveram, pela TV, um ponto de vista inédito do jogo: o dos próprios jogadores. Também foram utilizados 300 drones na abertura do megashow do intervalo, com uma apresentação sincronizada no céu de Houston.

Além disso, precisamos mencionar como em 150 anos o esporte evolui de batalhas campais para uma das modalidades que mais usufruem da tecnologia. O futebol americano usa ponto eletrônico entre técnicos e jogadores, tablets, instant replay, GPS para rastrear cada jarda… E nem por isso deixa de ser emocionante. A grande final do dia 5 de fevereiro de 2017 comprovou isso.


É preciso muito estudo e dedicação para realizar um evento como o Super Bowl 2017, e se você quer seguir esses passos e aprimorar sua gestão, conheça nosso curso de Administração e comece sua profissionalização.

Fonte: Blog RunRun.it

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