Erros de networking que você deve evitar – Faculdade Victor Hugo
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Erros de networking que você deve evitar

Todo profissional sabe que networking é um componente essencial para o sucesso na carreira.

Todo profissional sabe que networking é um componente essencial para o sucesso na carreira. No entanto tenho visto muitas pessoas inteligentes e talentosas fazendo grandes barbaridades com erros de networking, eu mesmo sou uma dessas pessoas. Errei, e como errei nessa questão – parece ser o tipo de coisa com a qual somente nos preocupamos no momento em que precisamos dela.

Como a vida é cíclica sempre há e sempre haverá uma nova oportunidade de aprender com os erros.

Embora tais erros geralmente não sejam intencionais, eles podem prejudicar gravemente as nossas chances de criar as fortes conexões que tanto precisamos para progredir em nossa carreira.

Se você deseja criar relacionamentos profissionais autênticos e poderosos, veja aqui os principais erros de networking que você deve evitar.

Ser autoconsumido
Networking é como qualquer outra conversa adulta – deve ser um diálogo bidirecional. Por alguma razão, as pessoas muitas vezes esquecem esse fato simples. Elas estão tão preocupadas com sua autopromoção que negligenciam a outra pessoa completamente. Se você já esteve do outro lado, sabe como isso pode ser irritante. É fácil descartar alguém quando eles estão totalmente focados em si mesmos.

Para evitar esse erro de networking lembre-se de demonstrar um interesse genuíno pelas pessoas com as quais você está se conectando, fazendo perguntas sobre elas. Não queira dominar a conversa ou procurar frequentemente maneiras de conduzi-la em sua direção. Permita que a outra pessoa fique sob os holofotes por um tempo e, eventualmente, ele será direcionado para você. Por mais intuitivo que pareça, quando você demonstra interesse pelos outros, você se torna mais interessante.

Pedindo muito, muito cedo
Infelizmente, muitas pessoas não iniciam networking até precisarem de algo, como um novo emprego por exemplo. Então, elas imediatamente começam a pedir favores, como apresentações e referências. Esta é uma maneira infalível de afastar as pessoas. Afinal, favores como esse exigem que as pessoas conheçam, gostem e confiem em você – e isso leva tempo! Você não pode simplesmente encontrar alguém e imediatamente esperar que ela coloque suas mãos no fogo por você. Pedir tais coisas para um novo contato pode parecer presunçoso, ganancioso e incoerente.

Para evitar esse tipo de erro, adote uma mentalidade de “dar primeiro”. Pergunte aos outros como você pode ajudá-los a alcançar seus objetivos. Ofereça-se para fazer apresentações e fornecer qualquer suporte que você puder. Isso ajuda a construir boa vontade e um sentimento de reciprocidade. A maioria das pessoas vai querer retribuir o favor ajudando-o também.

Mas lembre-se: leva tempo.

Comece a fazer uso racional de seu networking agora, antes de precisar dele para se alavancar. Dê generosamente sem expectativa de retorno. E, quando chegar a hora de precisar de algo, seu networking estará lá para você.

“Colando” nas pessoas que você já conhece
Os eventos de networking podem parecer desconfortáveis no início, então muitas pessoas tendem a ficar próximas daquelas que já conhecem. Isso é um grande erro! O ponto principal de tais eventos é expandir sua rede e conhecer novas pessoas. Sim, isso requer sair da sua zona de conforto. Mas isso não é tão difícil quanto parece, considerando que todos estão lá com o mesmo propósito.

Para evitar este erro “junte-se e misture-se!” Comece conversas com estranhos. Facilite apresentações e peça aos outros que façam o mesmo por você. Você ficará surpreso com o grau de proximidade e hospitalidade das pessoas nos ambientes em que se dão o networking.

Falha no “follow-up”
Os vendedores têm um ditado: “A sorte está no follow-up”. Isso significa que a venda normalmente não acontece na primeira reunião, mas acontece depois que você fez a conexão inicial seguindo o processo.

A mesma coisa pode ser dita para networking. Encontrar uma pessoa uma vez não faz deles um contato valioso. É tudo sobre o relacionamento que você constrói ao longo do tempo. Portanto, para evitar esse erro, você precisa fazer follow-up com seus novos contatos na medida em que os encontrar.

Depois de estabelecer uma nova conexão, encontre essa pessoa no LinkedIn dentro de um dia ou dois – certifique-se de incluir uma mensagem sobre o local onde vocês se conheceram. Se você acha que esse é um contato em potencial particularmente forte, convém convidá-lo para uma reunião pessoalmente, um café, por exemplo. Dessa forma, você pode continuar a conversa face a face e construir um relacionamento ainda mais profundo. Claro, você provavelmente não tem tempo para fazer isso com todos que conhece, e tudo bem. Mesmo que você não tenha uma reunião presencial, ainda é possível fazer follow-up por e-mail ou mensagem no LinkedIn para continuar a conhecê-los e a construir o relacionamento.

Esquecendo seus modos
Não subestime a importância das cortesias comuns. Às vezes, os eventos de networking podem assumir uma atmosfera social. As pessoas desfrutam de alguns coquetéis e se soltam um pouco, o que é perfeitamente natural. Mas não se deixe levar por maus comportamentos! Você ainda quer demonstrar seu profissionalismo. Suas interações ainda são um reflexo da sua marca pessoal, e você não quer involuntariamente manchar sua imagem porque está muito ocupado se divertindo.

Quer você esteja em um evento de networking ou participando de qualquer outro tipo de atividade com uma pessoa ou pessoas em sua rede, lembre-se de suas maneiras. Você ainda pode se divertir e ser amigável, mas não exagere. Pequenas sutilezas como dizer “por favor” e “obrigado” podem fazer toda a diferença. Mostre respeito pelas pessoas ao seu redor e mantenha a etiqueta profissional. Isso ajudará a garantir que você estabeleça limites apropriados e crie o tipo de relacionamento que melhor lhe servirá (e sua carreira) no futuro.

Erros de networking vêm em todas as formas e tamanhos, mas se você é capaz de estar ciente dos erros compartilhados acima, você estará bem no seu caminho para criar boas primeiras impressões e criar conexões duradouras.

Fonte: LinkedIn

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Erros de networking que você deve evitar

Não é apenas dar aula! Conheça as diferentes vertentes e possibilidades da carreira de um historiador.

O que faz um profissional formado em História?

Você sabe o que faz um profissional formado em História?

Você tem interesse em cursar História? Gosta dos conteúdos da disciplina e se dá bem nas questões do tema propostas nas provas? Boa parte de quem pensa na graduação em História logo imagina uma carreira no ensino, lecionando o tema em sala de aula. No entanto, a formação e as possibilidades profissionais vão muito além da atuação como professor.

Você sabe o que faz um profissional formado em História? Conheça mais detalhes sobre a profissão aqui na Universia.

A formação

Estudar História no ensino superior significa cursar a licenciatura ou o bacharelado –parte das IES disponibiliza o curso com as duas estruturas, simultaneamente. Cada uma das modalidades tem duração média de 8 semestres ou 4 anos.

Dedicado à investigar, estudar e discutir aspectos do passado humano, bem como seus desdobramentos e contextualizações levando em conta a contemporaneidade, o profissional historiador terá diferentes habilitações e perfis de atuação com base na modalidade que cursar.

A licenciatura prepara o graduado para trabalhar como professor, seja no ensino fundamental, médio ou superior (com as devidas e necessárias complementações no currículo).

O bacharel, por sua vez, poderá seguir como pesquisador em uma série de áreas, agindo junto à classificação, datação, arqueologia, entrevistas, resgate de memória e variadas outras linhas.

Material original e consultoria

Um historiador tem conhecimento e bagagem para produzir conteúdo didático, destinado a instituições de ensino, plataformas educacionais, editoras e outros. A consultoria é outra atuação interessante: produções culturais como filmes ou romances de época (bem como biografiaa) podem demandar a ajuda profissional de um graduado em História para acertar detalhes e maior exatidão na representação de períodos.

Pesquisa e carreira acadêmica

Os diversos ramos para pesquisa em História abrem várias possibilidades profissionais. Complementações em arquivologia, arqueologia, antropologia, História da arte e muitas outras levam o historiador a várias trajetórias de carreira. O lado acadêmico, como a docência e a pesquisa em universidades, também representa forte segmento na área.

Supervisão de acervo

O historiador também é habilitado para gerenciar acervos, coleções e documentação em instituições como museus, centros de memória e organizações dedicadas ao arquivo.

Outra possibilidade está no levantamento e tratamento da memória empresarial: revisão e disponibilização de relatos e detalhes que envolvem a fundação de uma companhia (a convite da mesma).

Fonte: Universia

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A formação

Estudar História no ensino superior significa cursar a licenciatura ou o bacharelado –parte das IES disponibiliza o curso com as duas estruturas, simultaneamente. Cada uma das modalidades tem duração média de 8 semestres ou 4 anos.

Dedicado à investigar, estudar e discutir aspectos do passado humano, bem como seus desdobramentos e contextualizações levando em conta a contemporaneidade, o profissional historiador terá diferentes habilitações e perfis de atuação com base na modalidade que cursar.

A licenciatura prepara o graduado para trabalhar como professor, seja no ensino fundamental, médio ou superior (com as devidas e necessárias complementações no currículo).

O bacharel, por sua vez, poderá seguir como pesquisador em uma série de áreas, agindo junto à classificação, datação, arqueologia, entrevistas, resgate de memória e variadas outras linhas.

Material original e consultoria

Um historiador tem conhecimento e bagagem para produzir conteúdo didático, destinado a instituições de ensino, plataformas educacionais, editoras e outros. A consultoria é outra atuação interessante: produções culturais como filmes ou romances de época (bem como biografiaa) podem demandar a ajuda profissional de um graduado em História para acertar detalhes e maior exatidão na representação de períodos.

Pesquisa e carreira acadêmica

Os diversos ramos para pesquisa em História abrem várias possibilidades profissionais. Complementações em arquivologia, arqueologia, antropologia, História da arte e muitas outras levam o historiador a várias trajetórias de carreira. O lado acadêmico, como a docência e a pesquisa em universidades, também representa forte segmento na área.

Supervisão de acervo

O historiador também é habilitado para gerenciar acervos, coleções e documentação em instituições como museus, centros de memória e organizações dedicadas ao arquivo.

Outra possibilidade está no levantamento e tratamento da memória empresarial: revisão e disponibilização de relatos e detalhes que envolvem a fundação de uma companhia (a convite da mesma).

Fonte: Universia

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