Ensino a distância nunca esteve tão perto – Faculdade Victor Hugo
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Ensino a distância nunca esteve tão perto

Enquanto o número de ingressantes nos cursos presenciais de ensino superior caiu 3,7% de 2015 para 2016, no EAD, subiu mais de 20%

De acordo com o Censo de Ensino a Distância 2016/2017, realizado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), há 2,8 milhões de pessoas matriculadas em cursos livres.

Antigamente, dizia-se que um motorista, médico ou qualquer outro profissional tinha obtido o diploma por correspondência quando seu serviço era ruim. Era um jeito debochado (e talvez sem muito conhecimento de causa) de classificar como ineficaz a versão analógica e original do Ensino a Distância (EAD). O preconceito, porém, não atrapalhou o sucesso das escolas que enviavam conteúdos e recebiam provas de alunos via Correio. Desde que surgiram, por volta de 1900, até 1990, os inscritos e os cursos por correspondência cresceram sem parar — até tudo migrar para a internet.

Agora online, o EAD continua em ascensão. De 2006 para 2016, o número de universitários nesse formato saltou de 4,2% para 18,6% do total, de acordo com o Censo de Educação Superior 2016, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Enquanto o número de ingressantes nos cursos presenciais de ensino superior caiu 3,7% de 2015 para 2016, no EAD, subiu mais de 20%. De acordo com o Censo de Ensino a Distância 2016/2017, realizado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), há 2,8 milhões de pessoas matriculadas em cursos livres.

Cursos técnicos, de graduação, pós, corporativos e MOOCs (Massive open online courses, em português, cursos online abertos e massivos) — as opções de EAD são tão variadas quanto a nossa infindável necessidade de aprendizado. Atendem desde quem busca uma promoção — e estuda um tema bem específico e bancado pela empresa — até aqueles dispostos a aprender confeitaria ou eletrotécnica como uma possibilidade de empreendimento ou hobby. Os recursos tecnológicos são diversificados e acessíveis, bem ao estilo digital: plataformas com vídeoaulas, quizzes, chats e fórum de discussão podem ser acessados a qualquer hora e lugar. Uma mão na roda para quem tem a agenda lotada, estuda e trabalha, mora longe ou viaja muito.

A possibilidade de customizar o aprendizado — seguindo o próprio ritmo e interesse, e não o de terceiros — é outra grande vantagem. Quem nunca desistiu de um curso por que ele ia rápido ou devagar demais? Ou, então, porque os temas mais difíceis eram pouco explorados e saía-se da aula com mais dúvidas do que certezas? No EAD é possível ver e rever conteúdo tanto quanto se desejar. O custo do ensino a distância também é atraente — abre oportunidades para quem jamais teria condições de pagar pelo modelo presencial. Além do curso em si custar menos, evita despesas extras com transporte, estacionamento e alimentação fora de casa.

Com tantas facilidades assim, será que funciona? Será que aprender requer sofrimento? É verdade que um curso sem professor, colegas e sala de aula não é nada de fácil. É algo novo e desconhecido em relação às características de uma escola física e convencional, onde nos sentimos em uma “segunda” família, com normas, expectativas e rotinas bem estabelecidas. O EAD exige muita disciplina, organização e auto-motivação do aluno. Ao lado de mais liberdade, ele ganha muito mais responsabilidades. Todas essas características, aliás, são uma vantagem competitiva para quem pretende vencer profissionalmente.

Dizem os especialistas que o esforço de estudar sozinho compensa: as notas de alunos do EAD muitas vezes são superiores aos do ensino presencial no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Justamente porque o digital permite um contato direto e ilimitado com a matéria, favorecendo que a assimilação dos conteúdos aconteça quando o aluno está realmente disponível para aprender. Nota 10, não?

Fonte: Época Negócios

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Ensino a distância nunca esteve tão perto

Não é apenas dar aula! Conheça as diferentes vertentes e possibilidades da carreira de um historiador.

O que faz um profissional formado em História?

Você sabe o que faz um profissional formado em História?

Você tem interesse em cursar História? Gosta dos conteúdos da disciplina e se dá bem nas questões do tema propostas nas provas? Boa parte de quem pensa na graduação em História logo imagina uma carreira no ensino, lecionando o tema em sala de aula. No entanto, a formação e as possibilidades profissionais vão muito além da atuação como professor.

Você sabe o que faz um profissional formado em História? Conheça mais detalhes sobre a profissão aqui na Universia.

A formação

Estudar História no ensino superior significa cursar a licenciatura ou o bacharelado –parte das IES disponibiliza o curso com as duas estruturas, simultaneamente. Cada uma das modalidades tem duração média de 8 semestres ou 4 anos.

Dedicado à investigar, estudar e discutir aspectos do passado humano, bem como seus desdobramentos e contextualizações levando em conta a contemporaneidade, o profissional historiador terá diferentes habilitações e perfis de atuação com base na modalidade que cursar.

A licenciatura prepara o graduado para trabalhar como professor, seja no ensino fundamental, médio ou superior (com as devidas e necessárias complementações no currículo).

O bacharel, por sua vez, poderá seguir como pesquisador em uma série de áreas, agindo junto à classificação, datação, arqueologia, entrevistas, resgate de memória e variadas outras linhas.

Material original e consultoria

Um historiador tem conhecimento e bagagem para produzir conteúdo didático, destinado a instituições de ensino, plataformas educacionais, editoras e outros. A consultoria é outra atuação interessante: produções culturais como filmes ou romances de época (bem como biografiaa) podem demandar a ajuda profissional de um graduado em História para acertar detalhes e maior exatidão na representação de períodos.

Pesquisa e carreira acadêmica

Os diversos ramos para pesquisa em História abrem várias possibilidades profissionais. Complementações em arquivologia, arqueologia, antropologia, História da arte e muitas outras levam o historiador a várias trajetórias de carreira. O lado acadêmico, como a docência e a pesquisa em universidades, também representa forte segmento na área.

Supervisão de acervo

O historiador também é habilitado para gerenciar acervos, coleções e documentação em instituições como museus, centros de memória e organizações dedicadas ao arquivo.

Outra possibilidade está no levantamento e tratamento da memória empresarial: revisão e disponibilização de relatos e detalhes que envolvem a fundação de uma companhia (a convite da mesma).

Fonte: Universia

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